Possibilita, em primeiro lugar, controlar remotamente os objetos e, em segundo lugar, que os próprios objetos sejam usados como provedores de serviços. Essas novas capacidades dos objetos comuns abrem caminho a inúmeras possibilidades, tanto no âmbito acadêmico quanto no industrial
Agora vamos falar sobre algumas das principais aplicações.
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Wearables
Smartphones, relógios, Fitbit e outros rastreadores de saúde conectados à Internet fazem parte do ecossistema da IoT.
Esses dispositivos constantemente transmitem dados sobre suas preferências e informações que você pode estar procurando.
Grandes nomes como Apple, Samsung e Motorola já realizaram grandes investimentos em wearables.
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Casas Inteligentes
Esse é o mais popular de todos os exemplos de IoT. O custo de possuir uma casa e sua segurança são as principais preocupações de um proprietário.
Agora imagine, você pode monitorar a segurança de sua casa durante as férias. Não será ótimo se você puder ligar o ar-condicionado 10 minutos antes de chegar a sua casa do escritório ou desligá-lo para evitar desperdício de eletricidade quando ninguém estiver em casa.
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A origem do IoT
O IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas) Nasceu através de uma apresentação de Kevin Ashton, em 1999 na empresa Procter & Gamble (P&G).
A internet das coisas nada mais é que uma rede de objetos físicos (veículos, prédios e outros dotados de tecnologia, sensores e conexão com a rede) capaz de reunir e de transmitir dados. Possibilita, em primeiro lugar, controlar remotamente os objetos e, em segundo lugar, que os próprios objetos sejam usados como provedores de serviços. Essas novas capacidades dos objetos comuns abrem caminho a inúmeras possibilidades, tanto no âmbito acadêmico quanto no industrial.

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